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Livros Reconfortantes

Eu fui tagueada por Luciana (faz muuuito tempo!) para falar sobre livros reconfortantes, mas só agora tive coragem tempo de responder:

1. Qual livro tem o poder de despertar memórias boas da sua infância? “O Pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. Temos uma edição aqui em casa de 1987 (!), bem velhinha, com a capa remendada. Foi um dos primeiros livros que li na vida, e com isso quero dizer “folheei fingindo entender alguma coisa porque eu achava que ler era algo chique”. Mas sim, eu reli várias vezes, até a edição em francês ano retrasado. E é o motivo pelo qual eu fico super emocionada sempre que vejo um baobá de verdade…

2. E da sua adolescência? A série Harry Potter, sem dúvida! Até lembro do dia em que meu pai chegou em casa com um embrulho que mais parecia uma caixa de chocolate, mas na verdade continha os primeiros livros da série (admito ter ficado um tanto desapontada, a chocólatra aqui). A parte mais legal dessa história toda não foi nem a história dos livros em si (que é muito boa, por sinal!), mas as amizades que eu fiz com outros fãs, e como a gente sempre se reunia no único cinema de Petrolina para ver os filmes no dia da estréia e outros momentos assim.

3. Um livro que você relê sempre para te trazer bons sentimentos. Eu não tenho o hábito de reler muitos livros, apesar de achar que fazendo isso você acaba descobrindo coisas novas e tendo percepções diferentes de uma mesma história (ainda mais se você ler depois de alguns anos). Os únicos livros que lembro de ter relido ad-infinitum foram os de Harry Potter, a ponto de saber de cor várias partes…

4. Qual seu gênero literário mais reconfortante? Acho que livros do tipo “chick lit”, apesar de simplesmente detestar esse termo. [Já reparou que quando um livro tem um grande apelo ao público masculino tem sempre um gênero do tipo “suspense”, “aventura”, “mistério”, mas quando é voltado para um público feminino, é simplesmente chamado de “chick lit”? Bethanne Patrick escreveu um artigo interessante exatamente sobre isso lá no Huffington Post (em inglês)].

5. Qual o seu escritor mais “reconfortante”?Ah, não sei mesmo. O que seria um escritor reconfortante? Bem, acho que o mais próximo seria Douglas Adams, que me fez rir muito com a série d’O Guia do Mochileiro.

6. E a escritora que você procura quando quer conforto para a alma?
Estou achando essas perguntas muito profundas, rs. Não sei, talvez Martha Medeiros. Sempre me sinto bem melhor depois de rir muito com as crônicas dela.

7. Um livro para dias de fúria. Esse aqui eu também não entendi. É para quando eu estou furiosa e quero me acalmar? Ou um livro que me deixa furiosa? Se for a primeira pergunta, provavelmente seria uma leitura leve, feito Agatha Christie ou Conan Doyle.

8. Um livro para momentos de tristeza ou melancolia. Nem me dá vontade de ler quando estou assim, mas acho que leria os livros do Petit Nicolas, que sempre me deixam com um sorriso no rosto. Mas se for para me deixar mais triste ainda, eu leria algum livro do tipo “A Menina que Roubava Livros”, ou “O Menino do Pijama Listrado”, ou “Um Dia”, ou qualquer outro livro que me fizesse chorar feito uma madalena…

9. Um livro que remete a algum momento muito bom da sua vida (e por quê). Ah, os livros do John Green, que me aproximaram mais ainda da Nerdfighteria (esse momento ainda está “em trânsito”, serve mesmo assim?).

10. Um livro para provocar emoções boas: Concordo com Luciana, essas perguntas estão meio repetitivas, não? Enfim, eu leria novamente a série “O Cemitério dos Livros Esquecidos”, que me fez passar por uma montanha-russa de emoções.

Ainda tenho outra tag para responder, da My Cinnamon Heart, que até já comecei o rascunho, mas eu demoro tanto escrevendo posts assim!

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9 Comments

  • Reply
    Anônimo
    9 de junho de 2013 at 1:07 AM

    também me emociono qndo vejo um baobá! 🙂 Tenho fotos com o que tem perto do ccsa na federal, hehehe
    Taís

  • Reply
    Ray Antunes
    9 de junho de 2013 at 8:14 PM

    Engraçado que antes de ler sue post eu estava falando com o Casé que quero ler de novo todos os livros de HP (porque eu estava vendo O Enigma do Príncipe na TNT e me deu saudade do livro). Mas HP você já conhecia antes do 1º filme e a gente tinha 11 anos, então seria mais um livro da tua infância né? Mas foram tantos que acabou pegando a nossa infância, adolescência e quase a fase adulta também… deu vontade de ler esse John Green!

  • Reply
    Luciana Guerra
    9 de junho de 2013 at 9:27 PM

    Oxe, porque só eu não me emociono quado vejo um baobá? Eu já li o livro algumas vezes e sempre me lembro dele quando vejo um, mas nunca me emocionei não, e agora fiquei com vontade! hahaha Será que eu não entendi alguma coisa sobre os baobás???
    Carol, no n.4 vc nao disse porque chick lit é seu gênero reconfortante e eu saí lendo os links q vc indicou aqui e lá no FB, viu? Pelo que li, fiquei achando que não faz sentido usar esse termo como denominação de um gênero se você não concorda com ela (a denomi…)! E que talvez vc devesse especificar melhor qual o seu gênero reconfortante hehehe (tipo: romance)
    Adorei que você respondeu a tag! 😀 Tou com vontade de responder outra já… Acho que já arrumei demais meu GoodReads, né? rs tá na hora de responder à sua tag tb!

  • Reply
    Carol Patrício
    10 de junho de 2013 at 5:07 PM

    Poxa, eu sempre esqueço que tem um na federal e nunca tirei foto… :/

  • Reply
    Carol Patrício
    10 de junho de 2013 at 5:09 PM

    Mas foi mais pro fim da infância e início da adolescência do que infância em si. E sim, sim, leia John Green! Qualquer dia desses sai um post com os livros dele e as minhas capas favoritas ao redor do mundo.

  • Reply
    Carol Patrício
    10 de junho de 2013 at 5:44 PM

    Eu não sei pq gosto tanto de baobás, acho que é alguma ligação à uma memória de infância tão importante que o sentimento de nostalgia me dá vontade de chorar…
    Enfim, eu gosto dos livros que são classificados como chick-lit, tipo como Meg Cabot, Sophie Kinsella, Marian Key, apesar de não gostar desse termo. E acho que vou responder uma tag uma vez por semana, pelo menos vou tentar…

  • Reply
    Luciana Guerra
    11 de junho de 2013 at 12:18 AM

    AAh, entendi! Tanto o baobá quando o lance do chick lit. Alias, dps de ler os artigos fiquei irritada, mas na duvida entre começar a usar "tough lit" ou "dude lit" como vingança ou simplesmente abolir logo tudo isso… O q vc acha?

  • Reply
    virginia
    8 de julho de 2013 at 1:12 PM

    Alheia ao debate sobre o termo "chick-lit", tenho que comentar que achei lindo você citando a Marian Key! Impossível não ficar minimamente mais alegre ao ler um livro dela =)
    E sim, eu acho que quando você relê um livro, você cria uma conexão com a história, no meu caso não sei se sou capaz de perceber novos contextos, ideias etc. Acabo mesmo me comportando como se tivesse reencontrando um velho amigo haha. Foi assim quando reli (umas 4 vezes!) Rebeca, a mulher inesquecível, em épocas diferentes…
    (vick)

  • Reply
    virginia
    8 de julho de 2013 at 1:13 PM

    correcão: Marian Keyes, hehe

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